O ser humano pode sobreviver semanas sem
comer, dias sem beber, porém apenas alguns
minutos sem Oxigénio.
O Oxigénio é Vida, porque é o elemento Natural
indispensável para o nosso organismo produzir
Energia, e em condições normais o Oxigénio
deverá representar 21% do ar que respiramos.
É por isso vital um aporte suficiente de
Oxigénio, para produzirmos a Energia necessária
para uma vida com mais Saúde e Resistência.
Quando há um défice no aporte de Oxigénio
- diminuição da Pressão Parcial de Oxigénio
(pO2) - o organismo tem também um défice
de Energia, o que afecta todo o funcionamento
metabólico e imunitário.
Estudos realizados na Alemanha mostram que
60% das queixas sobre o estado de saúde,
são consequência dum défice continuado de
Oxigénio (anos).
Os sintomas mais evidentes são:
• Sensação de fadiga muito frequente (principalmente durante o dia);
• Alterações da memória e dificuldades de concentração;
• Desmotivação e falta de energia;
• Falta de força e resistência física
Estes podem ser os primeiros sintomas de um Défice de Oxigénio...
Sempre que o resultado da medição mostre valores abaixo daqueles que
seriam desejáveis para a idade de cada indivíduo, obtemos a prova de que o organismo não está a receber Oxigénio nas melhores condições, e que por isso está em défice energético.
Com o avançar da idade baixa o valor da pO2, isto é, diminui o nível de Oxigénio no organismo, uma vez que o processo de envelhecimento diminui o desempenho do coração, pulmões e circulação sanguínea.
As consequências deste processo são tanto mais evidentes e nefastas, quanto maior for a exposição a outros factores de agressão:
• Poluição do meio ambiente (Mais grave nas grandes cidades);
• Falta de nutrientes essenciais à saúde do organismo (Industrialização da agricultura ou alimentação desequilibrada);
• Stress
• Hábitos pouco saudáveis como o tabaco, álcool, etc.;
• Falta de exercício físico;
O nosso organismo não é indiferente a estes factores de agressão, que com o decorrer do tempo obrigam a um gasto enorme de energia. Desta forma o nosso potencial energético vai-se esgotando.

Provavelmente nunca existiram tantas pessoas
como actualmente, com défice de oxigénio,
que se sentem cansadas, com falta de força,
dificuldades de concentração, desmotivação
e falta de energia.
Estas pessoas necessitam de nova vitalidade
nas suas vidas.
A Terapia de Oxigénio em Várias Fases (TOVF) é sustentada pelos estudos e pesquisas efectuadas
pelo físico alemão Prof. Manfred Von Ardenne.
Ele demonstrou que a inalação diária de Oxigénio,
durante um determinado período de tempo,
melhora o aporte de Oxigénio aos tecidos
e optimiza a função celular.
ConcentradoOxigenio5000_ION_MultiPlus.pdf
O principal efeito conseguido é a optimização
da microcirculação, efeito esse que se prolonga
muitos meses para além do final das inalações.
A Terapia à base de Oxigénio é composta por
três fases, todas elas igualmente importantes
para o sucesso da terapia. A conjugação das
três é a principal razão da diferença entre
este tipo de tratamento e outros processos
com recurso a inalação de oxigénio.
1.ª Fase: Optimização dos nutrientes essenciais
O fornecimento de nutrientes essenciais tem
como objectivo preparar o organismo para
a utilização mais eficaz do oxigénio pelas
células e aumentar o potencial antioxidante.
Para além de uma composição vitamínica equilibrada,
minerais e oligo-elementos, devem impreterivelmente
fazer parte da composição os activadores
de oxigénio, ou seja, activadores energéticos.
Especialmente concebidas para utilizar nesta
primeira fase do tratamento estão aconselhadas
as ampolas Vitalkur ou Ionovit Mentalvit.
2ª Fase: Inalação de Oxigénio
Aumento de concentração do oxigénio no pulmão,
e por consequência aumento da pO2 no sangue
arterial, através da inalação de uma mistura
de ar-oxigénio com uma pré-definição exacta
de quantidade de oxigénio (caudal).
Através deste processo melhoramos a circulação
sanguínea ao nível da microcirculação.
As paredes dos vasos sanguíneos diminuem
de espessura, logo o sangue rico em oxigénio
e nutrientes essenciais consegue chegar mais
facilmente às células dos tecidos, ou seja,
a todo o organismo.
3ª Fase: Activação da circulação
Aumento da circulação sanguínea em todo o
organismo durante a inalação, com recurso
a exercício físico, que pode ser complementado
com aumento da circulação sanguínea no cérebro,
através do actividades psíquicas como ler,
ouvir música, quebra-cabeças, etc.
Chamado “descanso activo”.